Boa noite caro leitor!
Aventurando-me pelos periódicos de costume esbarrei em uma notícia que desencadeou um turbilhão de questões sobre a nossa insignificante, contudo singular, existência. A referida matéria traz como título "Nasa: descoberto primeiro exoplaneta habitável do tamanho da Terra" e foi publicada em abril de 2014, pela revista Veja online. O planeta descoberto pelo telescópio Kepler, o Kepler-186f, foi classificado como rochoso e com possibilidade de água em fase líquida. Segundo a matéria, o pesquisador "dono da arte" parte da premissa que para ser habitável, um planeta tenha que apresentar a maior parte de sua água em fase líquida.
Antes de prosseguir, tenho a necessidade de cultivar o questionador que há em ti. Partindo da premissa que o universo seja "grandão", não vejo novidade em outro planeta habitável além do nosso. Vou além, seria ignorância e arrogância da nossa parte acharmos que isso não seria possível. O que vejo como realmente importante é o fato da comprovação cientifica, isso mostra o nosso avanço tecnológico.
Ainda semeando a questão em teu cocuruto, acho que já ouviu de alguém um "cheque suas fontes" certo? Fiz isso e para alguns a Veja está longe de ser um periódico livel. Comecei um claustro de pesquisa no universo virtual, tomando o cuidado em checar as fontes, e a profundidade a qual fui lançado, fez-me seguir a passos resolutos em busca de respostas. Melhor forma de encontrá-las é justamente seguindo no sentido inverso ao da primeira revista, e isso foi feito, visitei a Science.
A matéria que a Veja publicou partiu da "Earth-Size Planet Found In The 'Habitable Zone' of Another Star", e caso tenha a curiosidade, verá que boa parte do que a Veja fez, foi traduzir o texto (críticas a parte, vamos a ciência). Porém, no texto da revista nacional, verá que um dos entrevistados na sessão "saiba mais" é um brasileiro o Dr. Douglas Galante. O pesquisador em questão faz parte da equipe de pesquisa do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da USP. FOFÍDEO!!! FOFÍDEO, ASTROBIOLOGIA!!! Você conhecia isso??? Muito bem, é a ciência que estuda, basicamente, a biologia extraterrestre.
Confesso aqui a minha ignorância sobre o assunto, mas agora que recebi a luz do conhecimento sobre o tema, fiquei tentado a conhecer mais. Se você gosta do assunto e ainda não prestou vestibular, fica a dica!!! Caso queira conhecer o núcleo da USP clique aqui "ASTROBIOLOGIA" ou aqui "IAG-USP".
Vamos a mais fatos, em 2007, foi descoberto o segundo planeta com água na fase de vapor. Se pensarmos que o vapor está presente no equilíbrio entre as fases líquida e gasosa, podemos deduzir que o planeta também apresente água líquida, atendendo ao critério da Zona Habitável. Bem, o planeta em questão estaria próximo demais da sua estrela, sendo inóspito para os parâmetros que adotamos como fundamental a vida.
Querido leitor, não sou religioso e nem é propósito deste blog discutir religião, mas entenda que a idéia da existência de um Deus, que nos fez sua imagem e semelhança, e nos presenteou com a vida, possa parecer pelo menos estranha, não foi minha intensão. Contudo, a vida fora do planeta é perfeitamente possível e a prova disso é mera questão de tempo. Neste ano, a Nasa anunciou que até 2025 serão encontrados indícios de vida extraterrestre. Seja vida inteligente ou não, parecida ou não com a nossa, de fato não duvido que ela exista.
Agora, gostaria de chamar sua atenção para outro aspecto, o da negativa. Que existe, realmente não duvido. O que não acredito é na descoberta de vida inteligente, e que possamos estabelecer algum contato com compartilhamento cultural, e meus argumentos são simples, me embaso nas relações sociais. Fofídeo, nossa tecnologia mal nos permite viajar para além da nossa lua e já detemos o suficiente para destruir nosso planeta mais de uma vez (sendo que uma só já seria o suficiente para acabar com o sonho da odisseia espacial). Sobre os nossos companheiros extraterrestres digo o mesmo uma vez que, "caso existam", também necessitam de desenvolvimento tecnológico, para chegarem aqui. Qualquer que seja a forma de vida, o domínio da tecnologia necessária para viagens interestelares tripuladas será tardia, frente ao potencial deletério das relações de poder.
Em suma, o universo é grande demais para estarmos sozinhos, mas sou cético quanto a viver para ver e acho que "eles" também.
Antes de prosseguir, tenho a necessidade de cultivar o questionador que há em ti. Partindo da premissa que o universo seja "grandão", não vejo novidade em outro planeta habitável além do nosso. Vou além, seria ignorância e arrogância da nossa parte acharmos que isso não seria possível. O que vejo como realmente importante é o fato da comprovação cientifica, isso mostra o nosso avanço tecnológico.
Ainda semeando a questão em teu cocuruto, acho que já ouviu de alguém um "cheque suas fontes" certo? Fiz isso e para alguns a Veja está longe de ser um periódico livel. Comecei um claustro de pesquisa no universo virtual, tomando o cuidado em checar as fontes, e a profundidade a qual fui lançado, fez-me seguir a passos resolutos em busca de respostas. Melhor forma de encontrá-las é justamente seguindo no sentido inverso ao da primeira revista, e isso foi feito, visitei a Science.
A matéria que a Veja publicou partiu da "Earth-Size Planet Found In The 'Habitable Zone' of Another Star", e caso tenha a curiosidade, verá que boa parte do que a Veja fez, foi traduzir o texto (críticas a parte, vamos a ciência). Porém, no texto da revista nacional, verá que um dos entrevistados na sessão "saiba mais" é um brasileiro o Dr. Douglas Galante. O pesquisador em questão faz parte da equipe de pesquisa do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron e do Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da USP. FOFÍDEO!!! FOFÍDEO, ASTROBIOLOGIA!!! Você conhecia isso??? Muito bem, é a ciência que estuda, basicamente, a biologia extraterrestre.
Confesso aqui a minha ignorância sobre o assunto, mas agora que recebi a luz do conhecimento sobre o tema, fiquei tentado a conhecer mais. Se você gosta do assunto e ainda não prestou vestibular, fica a dica!!! Caso queira conhecer o núcleo da USP clique aqui "ASTROBIOLOGIA" ou aqui "IAG-USP".
Vamos a mais fatos, em 2007, foi descoberto o segundo planeta com água na fase de vapor. Se pensarmos que o vapor está presente no equilíbrio entre as fases líquida e gasosa, podemos deduzir que o planeta também apresente água líquida, atendendo ao critério da Zona Habitável. Bem, o planeta em questão estaria próximo demais da sua estrela, sendo inóspito para os parâmetros que adotamos como fundamental a vida.
Querido leitor, não sou religioso e nem é propósito deste blog discutir religião, mas entenda que a idéia da existência de um Deus, que nos fez sua imagem e semelhança, e nos presenteou com a vida, possa parecer pelo menos estranha, não foi minha intensão. Contudo, a vida fora do planeta é perfeitamente possível e a prova disso é mera questão de tempo. Neste ano, a Nasa anunciou que até 2025 serão encontrados indícios de vida extraterrestre. Seja vida inteligente ou não, parecida ou não com a nossa, de fato não duvido que ela exista.
Agora, gostaria de chamar sua atenção para outro aspecto, o da negativa. Que existe, realmente não duvido. O que não acredito é na descoberta de vida inteligente, e que possamos estabelecer algum contato com compartilhamento cultural, e meus argumentos são simples, me embaso nas relações sociais. Fofídeo, nossa tecnologia mal nos permite viajar para além da nossa lua e já detemos o suficiente para destruir nosso planeta mais de uma vez (sendo que uma só já seria o suficiente para acabar com o sonho da odisseia espacial). Sobre os nossos companheiros extraterrestres digo o mesmo uma vez que, "caso existam", também necessitam de desenvolvimento tecnológico, para chegarem aqui. Qualquer que seja a forma de vida, o domínio da tecnologia necessária para viagens interestelares tripuladas será tardia, frente ao potencial deletério das relações de poder.
Em suma, o universo é grande demais para estarmos sozinhos, mas sou cético quanto a viver para ver e acho que "eles" também.
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